Com o passar do tempo, e as histórias e causos que acontecem com cada um de nós, acabamos por não perceber algumas nuances que nos tornam pessoas únicas.
Neste domingo pude perceber uma particularidade, que não necessariamente seja só minha, pelo menos assim espero! Afinal, imagino não ser a única a passar por isso...
Estive em agradável companhia por todo o domingo, pelo menos grande parte dele, já que pela manhã consumi minhas horas rolando na cama, dando crédito à minha preguiça absurda de abrir os olhos.
E em meio às horas de conversas, risadas e histórias percebi a minha particularidade: Me apaixonar! E principalmente, sempre estar apaixonada!
Sim, sofro de um mal que acomete quase todos os sonhadores, a todos aqueles que acreditam no amor, e além disso, daqueles que sentem e se entregam aos sentimentos... sofro de paixonite aguda!
Não é de se estranhar que todas minha paixões aconteceram de forma meio afobada, urgente e latente, e sem dúvida nenhuma avassaladora!
Em meio aos causos de minha vida, todas as histórias envolviam algum paixão. Nem sempre confessei aos donos dos meus sentimentos o que acontecia dentro de mim. E assim aconteceram decepções, descobertas, amores e muita história!
E ai desfilam nomes: Marcelo, Alexandre, Pedro, Paulo, Thiago, Lucas, Marcos, José, Erick, Gabriel, Felipe... e tantos outros!
Volúvel? Jamais! Com cada um deles sonhei, me entreguei e vivi (maioria das vezes só em sonho!). Mas cada um teve seu momento importante, no qual em meu coração só cabia espaço para um, em meus pensamentos só tinha um nome, minha boca só desejava uma boca, e meu corpo só esperava o aconchego daquele corpo.
Assim minha vida tem caminhado, entre paixões, entregas, felicidades e tristezas. Todas as histórias vividas ou imaginadas pertencem a um nome e uma época, e hoje me causam conforto de saber que sou capaz de me apaixonar, quantas vezes forem necessárias, até chegar um dia que me apaixonarei todos os dias pela mesma pessoa...

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